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Levantou com o pé esquerdo? Resolve isso logo! Quero te mostrar como!

Sabe aquele dia em que parece que você levantou com o pé esquerdo?! Não sei se você sabe o que isso quer dizer, mas na minha história de vida aprendi que dizemos que alguém levantou com o pé esquerdo quando aquela pessoa teve um dia preenchido por diversas situações negativas, em suma, um dia de puro azar! Há alguns dias, conversava com uma amiga e ela me relatava que havia realizado uma viagem de cerca de dez horas para se deslocar para outra cidade, onde seria madrinha em uma cerimônia de casamento. Após uma sequência de inúmeros acontecimentos negativos, ela estava na porta da igreja, preparada para entrar, quando se assustou com algo que caiu em cima de sua cabeça, molhando e sujando seu penteado e parte de seu vestido! Um pombo urinou e defecou bem em cima da cabeça dela! Dá para acreditar? Sim, parece situação de novela, mas foi isso que aconteceu!

O título deste texto sugere que ao levantar com o pé esquerdo é importante resolver logo a situação, mas afinal, como resolver isso?  Seria a solução prestar mais atenção ao se levantar da cama, tomando o cuidado para pisar primeiro no chão com o pé direito? Rsrsrs claro que não! Mas confesso que quando criança, na primeira vez que ouvi falar disso, ainda com o pensamento bastante concretista, entendi que se o problema era levantar com o pé esquerdo, então talvez a solução fosse se cuidar para levantar com o direito! Em realidade, para resolvermos isso é preciso: entender, se conscientizar, escolher e agir.

Aquilo que acreditamos influencia o nosso agir e nosso agir influencia aquilo que acreditamos. Imagine o Zé* que acordou e percebeu que perdera a hora porque seu despertador não funcionou corretamente, se levantou irritado com a situação e logo começou a descontar na esposa, tratando-a de forma ríspida. A esposa, se chateou com o Zé e também o tratou de forma grosseira. Ele chegou no trabalho atrasado e não parou nem um minuto de pensar na forma como a esposa o tratou, se distraiu e cometeu um erro na execução de seu trabalho, se sentiu ainda pior. Fala sério!  O Zé levantou com o pé esquerdo! Como pode tantas coisas negativas acontecendo com ele em um único dia!?

Obviamente, não controlamos tudo aquilo que acontece conosco, todavia, muitas vezes levantamos com o pé esquerdo porque não conseguimos lidar bem com a primeira ou primeiras situações negativas que acontecem no nosso dia, o que desencadeia uma sequência de outros acontecimentos ruins. Não sei como foi o restante do dia do Zé, mas certamente, se ele mesmo não buscou uma forma de interromper o ciclo negativo que acontecia com ele, outras coisas ruins devem ter acontecido. Pense comigo… e se ao levantar atrasado em razão do mal funcionamento do despertador o Zé tivesse conseguido manejar seus sentimentos de raiva, de medo, de culpa e tivesse ainda conseguido pensar em uma forma funcional de resolver a situação: como ligar para o seu trabalho e comunicar que ocorrera um imprevisto e iria se atrasar? Muito provavelmente não teria acontecido toda a sequência de problemas que se seguiram.

Você identificou que seu dia está péssimo, que acordou com o pé esquerdo? OK, primeiro passo concluído! Você foi capaz de identificar! Parabéns! Agora é hora de tomar consciência! Lembre-se dos primeiros fatos negativos que lhe ocorreram neste dia … você conseguiu lidar bem com eles? Tente agora identificar como sua dificuldade em lidar com tais situações esteve relacionada aos diversos acontecimentos negativos que foram acontecendo. Percebeu? Ótimo, você tomou consciência, agora é hora de agir! Se faça a seguinte pergunta: apesar de tudo, eu ainda tenho o restante do meu dia, o que eu posso fazer hoje, agora, para que meu dia termine melhor do que começou? Retome para você as rédeas da sua vida, do seu dia e então parta para a ação, aja com comprometimento consigo, fazendo aquilo que você planejou! Quer evitar ter novamente um dia assim? Logo que surgir a primeira dificuldade no seu dia, tome consciência dela e resolva-a, evitando assim que ela seja um gatilho para diversos outros problemas.  Um forte abraço para você? Gostou deste texto? Fez sentido para você? Contribuiu de alguma forma para sua vida? Deixe aqui seu comentário! Ficarei imensamente feliz em ler! Até mais!

Emagrecimento: emoções também pesam na balança!

“Estou há dias comendo salada e peito de frango e não emagreci um grama até agora!”, foi o que Ana* me disse recentemente em uma reunião festiva da qual participávamos. Ela, uma jovem e bela mulher me relatou que havia recebido a recomendação médica de realizar reeducação alimentar, pois precisava reduzir peso, melhorar sua saúde física. “Como se não bastassem os problemas que estou na minha família Luciene, agora também tenho mais essa preocupação!”, ela se lamentou. A fala de Ana dizia de uma expectativa frustrada, exemplifica como normalmente associamos o processo de perda de peso apenas a mudanças na rotina alimentar, negligenciando demais aspectos nossos que também precisam de cuidados. Reflita comigo, será mesmo que mudar a rotina alimentar é suficiente para alcançar o tão sonhado emagrecimento?

Emagrecimento Sustentável e Crenças Limitantes

Para o emagrecimento ser sustentável e definitivo é de suma importância que ocorra um trabalho de identificação e modificação de crenças que limitam ou impedem o fluir do processo. “ Desde bebê eu já era gordinha, a obesidade está no meu D.N.A”, “Lá em casa todo mundo come muito, fica difícil emagrecer.” “Eu não consigo me controlar diante da comida.” “Não gosto de nenhuma atividade física”. Estes são apenas alguns exemplos de falas que eu mesma já ouvi, proferidas por pessoas que vivem brigadas com a balança. Suponho que não tenham consciência das crenças que possuem, tampouco do impacto negativo que elas provocam em suas constantes tentativas de cuidar do corpo. Leia mais

Autocompaixão e autoestima: qual a diferença?

Autoestima, como o próprio nome sugere, é a capacidade de estimar a si próprio. Não raro vejo matérias em noticiários e revistas tratando sobre este assunto. Em geral falam sobre fórmulas que prometem aumentar a autoestima, relacionando-a muitas vezes com questões estéticas. Sabemos, porém, que autoestima não se relaciona apenas à estética. Estimar significa gostar, apreciar e admirar. Ainda que alguém se torne capaz de apreciar a própria aparência pode acabar tropeçando em outros aspectos seus, pelos quais sejam despertados sentimentos de vergonha e não de admiração! Leia mais

“O seu mundo muda quando você muda”

“O seu mundo muda quando você muda” é uma frase bastante popular, ela informa sobre o quanto nossa mudança de percepção e atitude podem influenciar e mudar o nosso mundo. Quando mudamos nossa maneira de perceber e agir no mundo nós o influenciamos, logo o modificamos, essas modificações, por sua vez, repercutem em nós: de forma positiva ou negativa. A máxima expressa no título deste texto nos lembra da importância que há em compreendermos como nossas percepções e ações estão impactando o nosso mundo, avaliando assim a necessidade ou importância de fazermos alguns ajustes. Leia mais

Cuidado ao rotular o comportamento do seu filho!

Filho: “Mamãe, não é porque eu menti algumas vezes que eu sou um mentiroso, não é mesmo? ” Mãe: “Não filho, mentir algumas vezes não faz de você uma pessoa mentirosa, você tem razão.” Presenciei recentemente este diálogo e achei muito inteligente da parte do garoto que,  já com cerca de seis anos de idade fazia tal questionamento. Digo isso porque ao não questionar ele poderia seguir pela vida dele acreditando na ideia “Eu sou um mentiroso” e isso certamente não o ajudaria em nada. Leia mais

Você já “pagou língua”?

Em nossa cultura dizemos que uma pessoa “pagou língua” quando ela declara que mediante a ocorrência de uma determinada situação ela irá agir de certa forma, todavia, age de outra maneira. Por exemplo, ao ver uma mãe oferecendo chupeta para o filho Carolina (nome fictício) critica a postura daquela mãe e afirma que quando ela própria se tornar mãe não irá oferecer chupeta ao filho dela, pois traz prejuízos para a saúde bucal da criança. Alguns anos depois Carolina torna-se mãe e… quem diria, lá está ela oferecendo chupeta ao filho. Mas enfim, por que as pessoas “pagam língua”? Leia mais